Olympikus Corre Trilha 3: o tênis que a montanha brasileira estava esperando chega para fechar o argumento

Olympikus Corre Trilha 3: o tênis que a montanha brasileira estava esperando chega para fechar o argumento

entreesportes pro

O Olympikus Corre Trilha 3 chega ao mercado no momento mais preciso possível: a temporada de trail brasileiro está a pleno vapor, os calendários de corrida de montanha estão lotados de datas e a pergunta que o atleta nacional mais faz “qual tênis eu coloco pra correr esse terreno?”, finalmente tem uma resposta feita no Brasil, para o Brasil. O terceiro capítulo da linha Trilha não é uma atualização cosmética. É um modelo construído com aderência, proteção e eficiência de passada para os terrenos variados que definem o trail nacional: areia compacta e fofa, trilha de mata atlântica, cerrado aberto, costão rochoso, paredão de pedra, lama de temporada. O corredor brasileiro não corre num bioma só e o Corre Trilha 3 foi desenvolvido para acompanhar essa variedade.

Do ponto de vista técnico, o Corre Trilha 3 resolve uma equação que o trail nacional cobra na prática. O solado de multi-grip entrega tração em terreno irregular sem sacrificar a leveza que os trechos rápidos exigem, o corredor não quer sentir o peso do tênis numa descida técnica, mas precisa da segurança do grip numa pedra molhada às 6h da manhã.

 

O cabedal reforçado protege a parte lateral do pé nas pedradas e raízes expostas que qualquer trilha de mata tem em abundância, sem fechar o tênis num volume que sufoque o pé durante horas. A entressola equilibra amortecimento e retorno de energia, em terreno plano de trilha o modelo responde, nas subidas protege. É a engenharia que quem faz trail de verdade reconhece sem precisar de folder explicativo. Como já mostramos aqui no entreesportes em nossa cobertura sobre o lançamento completo da família Olympikus no Anhembi: “o Corre Trilha 3 foi desenvolvido para o atleta que leva a corrida para fora do asfalto e precisa de aderência real, proteção em terreno irregular e confiança quando a técnica começa a pesar mais que o ritmo” 

Criado para os corredores que admiram a grandiosidade da natureza e enxergam os caminhos mais difíceis como um convite para viver novas aventuras, o Corre Trilha 3 oferece o suporte que te deixa livre para se concentrar apenas na experiência ao ar livre, sem perder a confiança.
Criado para os corredores que admiram a grandiosidade da natureza e enxergam os caminhos mais difíceis como um convite para viver novas aventuras, o Corre Trilha 3 oferece o suporte que te deixa livre para se concentrar apenas na experiência ao ar livre, sem perder a confiança.

A Olympikus não chegou ao Corre Trilha 3 por acaso — chegou pelo caminho mais honesto possível: colocando o produto no terreno antes de colocá-lo nas prateleiras. E o terreno escolhido diz muito sobre onde a marca quer estar. Como o entreesportes documentou em primeira mão na matéria sobre o Bota Pra Correr 2026 na Chapada dos Guimarães: “a Olympikus transformou a corrida em viagem — e em cada edição, atletas de todo o Brasil colocam os tênis num lugar que nunca teriam ido se não fosse por uma largada marcada.” O Bota Pra Correr não é apenas um evento de marca. É um laboratório de trail em campo aberto onde o produto é testado nas condições mais exigentes que o território brasileiro oferece, cerrado de 500 milhões de anos, altitude de 811 metros, terreno de arenito que não perdoa erro de grip. O Corre Trilha 3 foi para a Chapada antes de chegar ao atleta. Essa inversão de ordem é o que separa uma marca que entende trail de uma que apenas vende tênis de trilha.

O trail brasileiro está vivendo um dos melhores momentos do seu calendário. A KTR Campos do Jordão, a quase 2.000 metros de altitude no Pico do Itapeva, com chegada em subida em todas as distâncias, pode prova a segurança nas descidas técnicas, do Corre 3 Trilha, com grip nas pedras molhadas e leveza suficiente para não travar o passo nas subidas longas. A Volta à Ilha em Florianópolis, com 140 km ao redor da Ilha de Santa Catarina, passando por areia fofa da Joaquina, trilha de restinga e costão rochoso, onde o modelo mostra que atende bem com a variação de superfície que as provas litorâneas exigem. O UD Ultra Desafio Bertioga, com seus 55 km em modo survivor na areia do litoral norte paulista, fecha o ciclo: em terreno de faixa de areia com trechos de trilha, o Trilha 3 corresponde com a mesma confiança. Três provas, três biomas, um resultado consistente. Clique em cada prova para ler a matéria no site.

Criado para os corredores que admiram a grandiosidade da natureza e enxergam os caminhos mais difíceis como um convite para viver novas aventuras, o Corre Trilha 3 oferece o suporte que te deixa livre para se concentrar apenas na experiência ao ar livre, sem perder a confiança.
Criado para os corredores que admiram a grandiosidade da natureza e enxergam os caminhos mais difíceis como um convite para viver novas aventuras, o Corre Trilha 3 oferece o suporte que te deixa livre para se concentrar apenas na experiência ao ar livre, sem perder a confiança.

O corredor que vai ao Corre Trilha 3 não precisa justificar a escolha para ninguém que corre trilha de verdade. Mas precisa entender o perfil do modelo para colocá-lo no lugar certo do calendário. Ele é o tênis dos dias de prova e dos treinos de terreno, não o modelo de rodagem diária (esse papel fica com o Corre 5) nem o de velocidade em asfalto (esse é o Corre Turbo ou o Corre Pace). O Trilha 3 entra quando o percurso tem pelo menos um trecho de terra, quando a previsão do tempo inclui a possibilidade de chuva ou terreno molhado, quando o GPS vai mostrar D+ no perfil. É o tênis que fica separado na sapateira com uma etiqueta mental que diz “para quando a prova pede”. E para o atleta que está construindo a temporada de trail com inteligência, ter esse modelo no arsenal é a diferença entre chegar bem preparado e chegar esperando que dê certo.

O calendário de corrida de montanha e trail do entreesportes para 2026 está cheio de oportunidades para o Corre Trilha 3 mostrar o que entrega. A KTR Ultra Serra da Canastra vai para as nascentes do Rio São Francisco em maio, 50 e 100 km de cerrado aberto e silêncio de fazenda em Delfinópolis, Minas Gerais. A Indomit Pedra do Baú já foi em março e São Bento do Sapucaí mostrou que a Mantiqueira cobra na subida e paga na chegada. O Bota Pra Correr 2026 acontece em setembro na Chapada dos Guimarães — paredões de arenito vermelho, céu do cerrado em setembro e o centro geográfico da América do Sul como pano de fundo. A KTR Ilhabela fecha o ano em novembro com costões e Mata Atlântica no litoral norte paulista. E para quem corre maratona, meia, corrida de rua ou triathlon e quer descobrir o trail, o calendário completo do entreesportes reúne todas as provas nacionais de 2026 em um só lugar: trail, asfalto, triathlon, ciclismo… para você planejar a temporada inteira com o mapa na mão.

entreesportes.

Olympikus Corre Trilha 3

Tênis de trail running — família Corre

Lançamento 2026

CampoInformação
Nome oficialTênis Olympikus Corre Trilha 3
MarcaOlympikus (Vulcabras Azaleia)
LinhaFamília Corre — Trail Running
Tipo de usoTrail running, corrida de montanha, trilhas técnicas, terreno variado
EntressolaCombinação EVA + PEBAX — mais maciez, retorno de energia e eficiência de passada
CabedalOxitec 2.0 — alta respirabilidade, leveza e flexibilidade
SoladoTraction Lug — borracha antiderrapante com até 30% mais tração em terreno irregular
Perfil do terrenoTrilha técnica, areia, costão rochoso, mata atlântica, cerrado, terreno molhado
Destaque técnicoMaior resistência, conforto e estabilidade em relação à versão anterior
Cores disponíveis2 opções — confirmar no site oficial
Perfil de atletaCorredor de trilha e montanha — treinos e provas em terreno variado
Recomendação editorialTênis de prova e treino em terra. Não substitui o modelo de rodagem diária (Corre 5) nem o de asfalto rápido (Corre Turbo/Pace).
Onde comprar
Olympikus Corre 3 Trilha