Campeonato Carioca de Aquathlon 2026 — 1ª Etapa em Copacabana e a Convergência do Calendário Estadual

Triathlon

A temporada do triathlon no Rio de Janeiro oficialmente entra em ritmo competitivo neste domingo 25 de janeiro de 2026, com a 1ª etapa do Campeonato Carioca de Aquathlon, marcada para a icônica Praia de Copacabana – Posto 6. A prova que combina natação em mar aberto com corrida na areia representa não só a abertura do circuito estadual de aquathlon, como também o primeiro passo de uma sequência de desafios que integram o triathlon, aquathlon e duathlon terrestre na agenda oficial da Federação de Triathlon do Estado do Rio de Janeiro (FTERJ) para 2026 — reforçando a importância da sinergia entre as três disciplinas para o desenvolvimento técnico dos atletas estaduais.

Estratégia de preparação — transições e performance integrada

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A interligação entre aquathlon, triathlon e duathlon é estratégica. O aquathlon, com sua ênfase em natação e corrida, é um excelente termômetro de ritmo para o início do ano, enquanto o duathlon — com alternância entre corrida e ciclismo — oferece repetição de transições e ritmo aeróbico misto sem o componente aquático. O triathlon, por sua vez, exige gestão de esforço integrada nas três disciplinas e excelência em transições. Atletas que utilizam o aquathlon como parte de seu plano de temporada ganham vantagem tática nas transições ao transpor rapidamente da natação para a corrida; essa adaptação neuromuscular e mental se reflete positivamente nas transições subsequentes do triathlon, especialmente nas distâncias sprint e olímpica.

O calendário carioca é bem estruturado para o atleta que pensa a temporada de forma progressiva:

Janeiro a março:

Aquathlon e duathlon funcionam como provas de base, ajuste de ritmo e retomada competitiva.

Março a julho:
Entrada forte do triathlon, exigindo domínio das transições e maior controle de intensidade.

Segundo semestre:
Provas com maior densidade técnica, ideais para consolidação de performance e disputa por ranking estadual.

O aquathlon, especialmente na abertura da temporada em Copacabana, cumpre papel estratégico:
é a forma mais eficiente de trabalhar natação em mar aberto + corrida imediata, algo que historicamente define posições ainda na T1 do triathlon.

Já o duathlon terrestre complementa esse processo ao permitir múltiplas repetições de transição sem o desgaste do treino aquático, favorecendo atletas que precisam evoluir no ciclismo e na corrida final.

Comparativo Técnico – Aquathlon, Duathlon Terrestre e Triathlon

ModalidadeDisciplinasDistâncias mais comuns (estadual)TransiçõesExigência técnica principalAplicação estratégica para o triathlon
AquathlonNatação + Corrida1.000 m natação / 5 km corrida (variações sprint)1 (T1)Saída do mar, troca rápida para corrida, controle de FC pós-nadoFundamental para aprimorar T1, ritmo pós-natação e adaptação neuromuscular
Duathlon TerrestreCorrida + Ciclismo + Corrida5 km / 20 km / 2,5 km (ou formatos sprint)2 (T1 e T2)Gestão de esforço entre corrida e bike, troca de calçado e montagemIdeal para treinar T2, pacing no ciclismo e corrida final sob fadiga
TriathlonNatação + Ciclismo + CorridaSprint: 750 m / 20 km / 5 km
Olímpico: 1,5 km / 40 km / 10 km
2 (T1 e T2)Integração total das disciplinas, estratégia e eficiência de transiçõesObjetivo final: consolidação técnica, tática e competitiva

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